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28/11/2016 18:18h - Atualizado em 28/11/2016 18:19h

Morre Fidel, fica o sonho

Por *Carlos Alberto Alves

Fidel fez a revolução, tirou Cuba das mãos de Fulgêncio Batista e colocou o País nas mãos dos cubanos. Não era santo, mas criou um sistema de oportunidades para os pobres, com  educação e saúde de qualidade. Resistiu ao bloqueio do EEUU e construiu uma sociedade baseada em um ideal, quanto a balela da Forbes em dizer que era milionária,.é coisa armada, só inocentes úteis ao sistema capitalista para acreditar nisso.

Quanto a opressão do sistema cubano, vejam, observem a opressão que o sistema capitalista faz aos pobres, olhme as pessoas que moram debaixo das pontes. É fácil falar de opressão comunista quando se tem dinheiro sobrando criando gordura no Banco, enquanto milhões perdem empregos e não têm com que  comprar comida para os filhos

O  que ocorre é que o sistema capitalista não é personificado, não tem um nome que os simboliza, mas mesmos os ricos já passaram aperto para pagar um empréstimo no Banco, resgatar uma nota promissória pagar juros para o sistema fimanceiro, cobra-se, grita-se, mas pagam, derrubam governo, mas não os sistema.

Fidel se foi, errou, pecou, cometeu atentados à liberdade, foi ditador – toda ditadura merece repúdio - em favor das minorias e renegou a liberdade de Fulgêncio que fez de Cuba quintal dos Estados Unidos e humilhava os pobres, obrigando suas mulheres se entregarem a prostituição. Com Fidel todos comiam igual, ninguém passava fome, e ninguém precisava praticar a miséria humana para acordar no dia seguinte, .mas que liberdade tem um povo governado por corruptos paus mandados do imperialismo financeiro? O sonho de criar um sistema justo, solidário, não morre com Fidel porque ele foi só mais um que acreditou nisso. Ainda faremos isso com senso de que todos somos iguais, mas com liberdade, respeito à diversidade e fraternidade.

O  destino espiritual de Fidel não me importa depois de morto, mas o exemplo de luta dele enquanto vivo fica para quem não se conforma com as injustiças sociais e quer um mundo melhor.

*Carlos Alberto Alves é engenheiro civil por formação e jornalista por opção