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17/07/2015 10:23h - Atualizado em 17/07/2015 10:28h

Cursos de medicina vão melhorar atendimento à saúde, afirma Renato Andrade

Por Correio do Vale do Rio Grande
Cursos de medicina vão melhorar atendimento à saúde, afirma Renato Andrade
Cursos de medicina vão melhorar atendimento à saúde, afirma Renato Andrade

 

Enquanto deputado federal e mesmo durante as campanhas eleitorais, quando alcançou expressiva votação em Passos e região, Renato Andrade propunha a criação do curso de medicina no município. “Via que a demanda por médicos era grande na região e enxergava a faculdade de medicina como a grande possiblidade dessa demanda ser atendida”, afirma Renato.

Antes mesmo do lançamento do programa Mais Médicos,  enquanto no exercício do mandato de deputado federal avaliava que tanto a Fesp – agora UEMG – como o IFSULDEMINAS “poderiam se credenciar a abrigar um curso de medicina”.

Quando aconteceu o lançamento do Programa Mais Médicos em 8 de julho de 2013, em Brasília, Renato Andrade acompanhado do prefeito Ataíde Vilela, ouviu do ministro da Saúde Alexandre Padilha que seu objetivo de ter uma faculdade de medicina na região seria atendido e que Passos era uma das 60 cidades que no Brasil iriam abrigar uma delas.

O líder regional afirma que o prefeito Ataíde Vilela conseguiu cumprir todas as etapas do processo que credenciava o município a abrigar uma faculdade de medicina, mesmo que de  caráter particular, como definia o edital lançado pelo governo federal. “É bom lembrar que as regras criadas para orientar a implantação dos cursos garantem 10% como cota para alunos de baixa renda”, disse.

Além disso, a cidade vai contar com outro curso de medicina, desta vez na UEMG – Campus de Passos, que será totalmente gratuito. “São 40 vagas para o curso de Medicina da Universidade do Estado de Minas Gerais e outras 50 para a faculdade particular, com Passos colocando no mercado todo ano, depois dos primeiros 5 anos, cerca de 90 novos médicos”, comemora Renato.

Ele avalia que os cursos são importantes para a formação de novos médicos, para a economia local e regional, mas é muito melhor para o “povo que hoje amarga na fila à espera de um médico para atender na rede pública de saúde, pelo SUS”, acredita.

Enquanto deputado federal e mesmo durante as campanhas eleitorais, quando alcançou expressiva votação em Passos e região, Renato Andrade propunha a criação do curso de medicina no município. “Via que a demanda por médicos era grande na região e enxergava a faculdade de medicina como a grande possiblidade dessa demanda ser atendida”, afirma Renato.

Antes mesmo do lançamento do programa Mais Médicos,  enquanto no exercício do mandato de deputado federal avaliava que tanto a Fesp – agora UEMG – como o IFSULDEMINAS “poderiam se credenciar a abrigar um curso de medicina”.

Quando aconteceu o lançamento do Programa Mais Médicos em 8 de julho de 2013, em Brasília, Renato Andrade acompanhado do prefeito Ataíde Vilela, ouviu do ministro da Saúde Alexandre Padilha que seu objetivo de ter uma faculdade de medicina na região seria atendido e que Passos era uma das 60 cidades que no Brasil iriam abrigar uma delas.

O líder regional afirma que o prefeito Ataíde Vilela conseguiu cumprir todas as etapas do processo que credenciava o município a abrigar uma faculdade de medicina, mesmo que de  caráter particular, como definia o edital lançado pelo governo federal. “É bom lembrar que as regras criadas para orientar a implantação dos cursos garantem 10% como cota para alunos de baixa renda”, disse.

Além disso, a cidade vai contar com outro curso de medicina, desta vez na UEMG – Campus de Passos, que será totalmente gratuito. “São 40 vagas para o curso de Medicina da Universidade do Estado de Minas Gerais e outras 50 para a faculdade particular, com Passos colocando no mercado todo ano, depois dos primeiros 5 anos, cerca de 90 novos médicos”, comemora Renato.

Ele avalia que os cursos são importantes para a formação de novos médicos, para a economia local e regional, mas é muito melhor para o “povo que hoje amarga na fila à espera de um médico para atender na rede pública de saúde, pelo SUS”, acredita