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24/01/2014 16:41h - Atualizado em 24/01/2014 16:43h

EM FRENTE, PELA REALIDADE DA UEMG EM PASSOS!

Por Carlos Alberto Alves
*Carlos Alberto Alves é engenheiro civil por formação e jornalista por opção.
*Carlos Alberto Alves é engenheiro civil por formação e jornalista por opção.

A notícia, que não foi transmitida por outros órgãos de imprensa, de que esteve em Passos uma comissão de estudos para a implantação da UEMG em Passos por si só significa pouco no processo de estadualização definitiva que a instituição vive, desde o momento em que o governador decidiu fazer a lei que orienta como isto vai acontecer.

O mais importante são os sinais, não confessados, mas sussurrados nos ouvidos de um e outro, que reafirmam sempre: a estadualização agora sai. No contraponto dessa constatação espalha-se por todos os cantos que em junho poderá haver o vestibular de medicina na FESP.

É claro que a cidade de Passos ter uma faculdade de medicina é importante em muitos aspectos, seja porque é ganho econômico para o município, seja porque representa a formação de médicos aqui mesmo e que pode atender uma demanda sempre grande de profissionais da área.

Mas é preciso fazer sempre o alerta: A FESP estadualizada passará a ser UEMG e o edital do governo federal é claro em afirmar que a faculdade de medicina será mantida por uma instituição privada.

Ora o governador Antonio Anastasia tem dito que termina o processo de absorção das fundações optantes em março. Disse aqui, quando visitou a cidade recentemente, disse de novo em Divinópolis outro dia mesmo, que volta àquela cidade em março para assinar o decreto de estadualização de lá, como falou aqui a respeito da FESP.

Se isto ocorrer, como cremos que ocorrerá, junho já não haverá FESP e sim a UEMG campus de Passos e se tem alguém alardeando que haverá vestibular para a faculdade de medicina da Fundação, essa pessoa rema contra a maré ou tem informações privilegiadas que nem o governador Anastasia tem.

Até agora pelo menos, não há dúvida de que o sonho arrevesado daqueles que possam ter imaginado talvez serem os donos da FESP está enterrado. Se eles se aferram a um possível fracasso do processo de estadualização, nós do lado de cá, amigos da FESP, cada vez mais consolidamos a convicção de que a universidade pública, com ensino grátis, está muito próxima.