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16/12/2013 11:17h - Atualizado em 23/12/2013 16:51h

ROLOU NA SEMANA EDIÇÃO 47

Por Correio do Vale do Rio Grande
Chorando...
A vereadora Belinha deitou falação na última reunião da câmara (9/12) quanto ao resultado da eleição do Sinrural, quando perdeu de goleada (642 x 316) para a Chapa 1. Segundo ela, a derrota deveu-se ao uso de duas poderosas maquinas: Sinrural e Casmil. Além de ter sofrido ataques do candidato a presidente Leonardo Medeiros. 
 
... as mágoas
Para a vereadora Leonardo teria faltado com a verdade quando disse na rádio Vida que ela não teria apresentado emendas ao projeto de aumento de IPTU  para beneficiar a população e atribuiu ao jornalista Carlos Alberto Alves o fato dele não ter dito isto aos ouvintes.
 
Sem preocupação
O jornalista frisa que Belinha deve ter ouvido  mal, ou então mal informada, porque o que Leonardo disse foi que ela não apresentou  nenhuma emenda em favor dos produtores rurais, o que é verdade. Além disso, é preciso deixar claro que as emendas ao projeto do IPTU não baixam valor, mas sim diminui o que ainda será aumentado. 
 
Assessoria
Carlos Alberto destaca também que não assessorou a campanha da Chapa 1, mas não esconde que ajudou Leonardo. “É um direito meu de optar, mesmo não sendo produtor por uma das propostas”. O que o jornalista acha estranho é Belinha acusar o uso da máquina por parte de Leonardo e ele- jornalista – ter ouvido de produtores, que tinham bina em seus telefones, que o convite para votar na Chapa 2 vinham da Câmara Municipal.
 
Investigação
Pode ser intriga da oposição, mas que merecia ser investigado pelos vereadores merecia. Ou quem sabe a própria Belinha, não tendo nada a temer, não abra o sigilo telefônico de suas ligações na casa, naquele período, para deixar claro a toda população que ela não usou a máquina do legislativo para pedir votos na recente eleição do Sinrural.
 
Decoro parlamentar
A vereadora talvez não saiba, mas o uso indevido do legislativo em algo que não lhe diz respeito, como, por exemplo, uma campanha eleitoral para o sindicato, poder cair em improbidade administrativa e pode ensejar até a cassação do mandato. Essas situações de cassação estão previstas no Regimento Interno e na lei Orgânica do Município.  Com a palavra a vereadora, tão veemente em por o dedo em riste contra os que não concordam com sua maneira de agir.
 
Mudar o discurso
Está na hora da situação mudar o discurso e  a prática com relação a votação dos requerimentos dos vereadores de oposição, sistematicamente recusados pela situação num imutável placar de 6 contra 4 favoráveis. Até que no decorrer do embate sobre tramitação tinha lá sua razão de ser, mas passado esse momento essa decisão pode acabar revertendo em desgaste para situação, que já começou a ser acusada de impedir os que são contra que Ataíde defenda os interesses do povo.