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24/04/2019 11:15h - Atualizado em 24/04/2019 11:17h

Comitiva de Itaú busca negociação com a CEMIG

Por Assessoria de comunicação

Uma comitiva composta pelo líder do Bloco Liberdade e Progresso na Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais, deputadoestadual Cássio Soares e autoridades do município de Itaú de Minas, esteve na sede da Companhia Energética de Minas Gerais (CEMIG) para negociar uma dívida da prefeitura com a estatal no valor aproximado de R$ 1,5 milhão de reais. A reunião ocorreu nesta segunda-feira, 22 de abril.

A negociação liderada pelo deputado estadual Cássio Soares, se fez necessária devido aos constantes impasses entre o município e Companhia, que ameaça cortes constantes da iluminação pública na cidade devido aos débitos existentes que se arrastam desde a administração anterior.

“Sabemos que o Estado deve a Itaú de Minas R$7,5 milhões de reais, o que impossibilitou o município de cumprir com as obrigações financeiras com a CEMIG. Não é justo uma estatal cobrar juros em uma dívida que não foi paga, por falta de repasse do governo à Prefeitura”, afirmou o deputado durante a reunião.

Estavam presentes representando Itaú de Minas, além do deputado Cássio Soares, o prefeito Ronilton Cintra, vereadores: Denão, Donizetti Amorim, Nunes, Gilmar Chaves e Matheus Vilela (presidente), além dos assessores jurídicos: Pedro Nunes (prefeitura) e Fábio Figueiredo (Câmara) e dos assessores do Legislativo: Adenilza Andrade e Wallison Parreira. “Com a ajuda do deputado Cássio Soares, Prefeitura Municipal e Câmara, esperamos uma resposta mais rápida da CEMIG e que seja vantajosa ao município de Itaú de Minas”, ressaltou o presidente da Câmara.


 

Negociação

 

Foi exigido ao município o pagamento da dívida com uma entrada de R$ 141 mil e mais 59 parcelas de R$ 31 mil. Assim, os juros cobrados ultrapassavam os R$ 600 mil, elevando a dívida para mais de R$ 2 milhões. “Além da cobrança de juros, ainda não aceitaram inicialmente uma contrapropostaTivemos que ser mais firmes e deixar claro que não é um favor que fazem e sim o que é certo”, explicou Cássio.

Em contraproposta, a Prefeitura apresentou uma solução, pagar a dívida em 33 parcelas sem jurosjustamente da forma com que o governo assinou o acordo com os municípios, com a primeira delas em janeiro de 2020.

“O acordo ainda está em análise, sendo aceita a flexibilização e não o que estava sendo imposto pela CEMIG. Não aceitamos que uma estatal venha cobrar juros e imponha valores impagáveis em um momento de crise como estamos passando, e com o Governo de Minas devendo para a prefeitura. É incoerente e deixamos claro na reunião que não iremos aceitar isso”, enfatizou Cássio Soares.