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07/03/2019 12:11h - Atualizado em 07/03/2019 12:14h

Servidores discutem hoje proposta de reajuste salarial

Por Carlos Alberto Alves

Em assembleia geral que acontecerá na sede do SEMPRE, na rua Loulou,22, São Benedito, 18h, os servidores vão discutir  e submeter a aprovação a contra proposta que a prefeitura está propensa a aceitar para o reajuste dos servidores. Inicialmente a prefeitura encaminhou a proposta de 3,75% de reajuste salarial para ano de 2019 e manteve o valor do vale alimentação em R$150,00. 

Em primeira reunião, que aconteceu em 27 de fevereiro, os servidores recusaram a proposta e a presidente do SEMPRE, Nelza Ifigênia, juntamente como diretores e  assessoria jurídica do sindicato levaram a administração contra proposta: 6% de reajuste e mudança do valor do Auxilio Alimentação para R$ 200,00.

Na reunião com a administração o  prefeito Renatinho Ourives não se fez presente. Segundo apurou a reportagem ele se encontrava em reunião com  trabalhadores da UPA, decidindo sobre pauta paralelas.

O SEMPRE, através de áudio nas redes sociais, está convocando a categoria para uma reunião as 18h, na tarde desta quinta-feira, 7 de março, quando nova proposta da prefeitura será avaliada, já que a do sindicato não foi aceita;

A administração admite para o reajuste de 4%. E que afirmou na reunião Clever Nascimento, ressalvando que antes precisa avaliar se a prefeitura pode suportar financeiramente a proposta.

Upa e Educadoras têm pautas paralelas para discutir com a administração

Enfermeiros da UPA querem garantir salário igual as enfermeiras dos PSFs, que ganham, com gratificações vindas do PMAQ, um valor de R$5.000,00 por mês, enquanto uma enfermeira da UPA recebe em torno de R$2.600,00.

As profissionais enfermeiras da UPA ainda querem garantir algumas vantagens que algumas já ganham como insalubridade.

O secretário de saúde, o médico Carlos Eduardo Colorado, afirma que já resolveu a questão do pagamento da insalubridade e que está trabalhando para que haja equiparação com dos salários das enfermeiras dos PSFs com as da UPA.

Já as educadoras querem garantir o direito ao piso salarial da categoria previsto em lei federal. Este valor é de R$2.557,74 para um jornada de 40 horas semanais, Nos caso de Passos, as educadoras que cuidam da educação de crianças de zero a três anos têm uma jornada de 30 horas semanais. Isto quer dizer que o salário delas passaria para R$1918,30 no lugar dos atuais R$ 1484,06.