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11/12/2018 08:45h - Atualizado em 11/12/2018 08:48h

ARANTES PARTICIPA DE REUNIÃO NA FIEMG COM O GOVERNADOR ELEITO ROMEU ZEMA

Por Juvenal Cruz junot
Arantes encontra-se com Zema na Fiemg
Arantes encontra-se com Zema na Fiemg

 

A convite do presidente do Sistema Fiemg, Flávio Roscoe, o deputado Antonio Carlos Arantes participou na sexta-feira (7/12) de uma reunião entre empresários e o governador eleito Romeu Zema.

O objetivo foi apresentar o “Diagnóstico Fiscal do Estado de 2014 a 2017”, um documento elaborado pelo site “Contas Abertas” sobre a situação financeira de Minas. Segundo o documento a situação é muito grave, com um rombo que pode ultrapassar R$ 25 bilhões, de acordo com a equipe de transição.

Diante do exposto, Romeu Zema anunciou que adotará “um remédio amargo” para equilibrar as contas e anunciou que inscreverá Minas no programa federal de Recuperação Fiscal. Segundo o governador eleito, a situação é grave mas ele está otimista: “com muito trabalho e com uma boa equipe, podemos mudar essa situação”, ressaltou.

Para o deputado Arantes a hora é de unir forças para enfrentar o desafio de fazer o estado votar a crescer: “Minas é grande, Minas é forte, e com determinação e coragem vai superar essa crise absurda e criminosa provocada pelo desgoverno do PT. O governador Zema tem o nosso apoio para fazer o que for melhor para tirar Minas do buraco”, afirmou.

O site Contas Abertas destacou que os números ruins não são definitivos e podem ser piores ainda. Segundo o site, alguns dados são desconhecidos ou estariam “maquiados” pelo atual governo, consolidando o que eles chamam de “contabilidade criativa”.

O deputado Arantes foi o único parlamentar com mandato a participar da reunião. Além dele, estiveram presentes o deputado eleito pelo Partido Novo, Bartô; o futuro secretário da Fazenda do governo Zema, Gustavo Barbosa, além de vários ocupantes de cargos públicos e empresários.

 

MEDIDAS SINALIZADAS PELO GOVERNO ZEMA

 

Entre as ações de ajuste, o novo governador sinalizou com congelamento dos salários do funcionalismo, corte de 20% dos cargos comissionados e “um plano de demissão de servidores efetivos – medida excepcional prevista na legislação em casos de colapso fiscal”. Ele precisará do apoio da ALMG para aprovar essas medidas. Já a inscrição do Estado no programa de recuperação fiscal prevê “contrapartidas drásticas”, como privatizações e flexibilizações ambientais e sanitárias.